A malformação arteriovenosa cerebral, ou MAV, é uma conexão anormal entre artérias e veias. Como arquitetura, localização e forma de apresentação variam, o tratamento pode envolver observação, embolização, microcirurgia, radiocirurgia ou uma combinação planejada dessas estratégias.
Qual é o papel da angiografia?
A angiografia cerebral por cateter oferece detalhes sobre artérias que alimentam a MAV, drenagem venosa e pontos relevantes para o planejamento. Outros exames também participam da avaliação; a escolha depende da etapa e da pergunta clínica.
A embolização sempre é o tratamento principal?
Não. Ela pode ser usada antes de cirurgia, direcionada a características de maior risco, associada a outra modalidade ou, em casos selecionados, como parte de uma estratégia com objetivo curativo. O papel exato precisa ser definido no plano completo.
Por que uma equipe multidisciplinar?
Neurocirurgia, neurorradiologia intervencionista, radiocirurgia e neurologia podem avaliar benefícios, riscos e sequência das técnicas. Essa integração é especialmente importante porque a evidência disponível não sustenta uma solução superior para todas as MAVs.
O acompanhamento continua após o tratamento?
Sim. Mesmo quando os exames sugerem oclusão, a equipe pode recomendar seguimento por imagem para avaliar resíduo ou recorrência. Método e duração variam conforme idade, tratamento realizado e achados.
O que esta leitura não responde
A qualidade da evidência é menor que a disponível para condições mais comuns. O conteúdo não define indicação, sequência ou objetivo da embolização para uma pessoa específica.
Fontes científicas
Fontes acessadas em 11/09/2026. Diretrizes podem ser atualizadas; a versão vigente e o contexto clínico devem ser conferidos antes da orientação individual.
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